
Uma das dúvidas mais populares no mercado de energia solar, é sobre a diferença nos sistemas on e off grid. Duas possibilidades muito diferentes, mas que cumprem o mesmo objetivo – deixar o consumidor satisfeito e aproveitar ao máximo a energia do sol, visando economia para o bolso e muita comodidade/praticidade, já que, diferente de outras matrizes energéticas, a média de manutenção de um sistema solar é de um ano.
Vamos conhecer as duas opções de sistema de energia solar:
Sistema on grid
Também conhecido como “grind tie”, o sistema on grid de energia solar se conecta à rede pública. Ou seja, isso significa que, quanto mais energia a sua unidade consome, mais essa unidade devolve a energia à rede pública, que a transforma em créditos de energia que podem ser usados pelo prazo de cinco anos.
Caso o sistema não consiga gerar a quantidade de energia necessária para o consumo, a rede pública complementa com a energia restante, reduzindo o valor da conta de luz.
E como funciona a “ligação” do sistema on grid com a rede pública? Através de inversores interativos, que harmonizam e convertem a energia gerada pelas placas solares de corrente contínua (CC) para corrente alternada (CA).
Sistema off grid
Quando falamos de sistema off grid, acontece justamente o contrário! Esse sistema não possui conexão com a rede pública de energia, ou seja, não é necessário pagar a conta de energia.
Para funcionar, o sistema off grid utiliza um banco de baterias estacionárias, que armazenam todo o excesso de energia gerado pelas placas fotovoltaicas. Na sequência, a energia é preparada e entra em estado de geração, mesmo em épocas em que as temperaturas não estejam tão elevadas.
O sistema off grid é mais recomendado para lugares remotos, como áreas rurais, já que seu uso não depende da rede pública de energia.
Além do banco de baterias estacionárias, o sistema off grid também precisa de inversores elétricos, para converter a corrente contínua gerada pelas placas solares e armazená-las nas baterias em corrente alternada.
