Saiu na Exame: de maneira inédita, a energia solar no Brasil disparou na preferência do consumidor e ultrapassou a marca de 14 gigawatts (GW) em potência operacional, superando a hidrelétrica de Itaipu.
Os dados são da ABSOLAR, que considerou as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia elétrica em telhados, fachadas e pequenos terrenos.
Ainda segundo a entidade, a energia solar fotovoltaica já trouxe ao Brasil mais de R$ 74,6 bilhões em novos investimentos, dos quais R$ 20,9 bilhões são oriundos da arrecadação aos cofres públicos. Indiretamente, entre outros números, a energia solar também gerou mais de 420 mil empregos (desde 2012) e evitou a emissão de 18,0 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.
O setor também conta com um crescimento acelerado este ano nos sistemas solares em operação no Brasil, especialmente os sistemas de geração própria solar, em decorrência do aumento nas tarifas de energia elétrica e da entrada em vigor da Lei n° 14.300/2022, que criou o marco legal da geração própria de energia.
Ao todo, o Brasil possui 4,7 GW de potência instalada em usinas solares de grande porte, o que inclui a Itaipu. Atualmente, as usinas solares de grande porte ocupam a sexta posição como as maiores fontes de geração do Brasil e estão presentes em todas as regiões do País, com empreendimentos em operação em dezenove estados brasileiros e um portfólio de 31,6 GW outorgados para desenvolvimento.
Ainda falando sobre o segmento, mas pautando a geração própria de energia, são 9,3 GW de potência instalada da fonte solar. O equivalente a mais de R$ 49,5 bilhões em investimentos, R$ 11,0 bilhões em arrecadação e cerca de 278 mil empregos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões do Brasil. A tecnologia solar também é utilizada atualmente em 99,9% de todas as conexões de geração própria no País, liderando com folga o segmento.
Ao somar as capacidades instaladas das grandes usinas e da geração própria de energia solar, a fonte solar ocupa o quinto lugar na matriz elétrica brasileira, disparando em relação às “concorrentes” termelétricas movidas a petróleo e demais fósseis na matriz elétrica brasileira.
Números animadores, não é mesmo?
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Fonte: Exame

